Quatro estruturas diferentes que não devem ser usadas como se fossem a mesma coisa.
Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.
O que precisa estar claro
- Entidades criam contextos de organização e podem separar dados, regras e administração.
- Grupos representam equipes, conjuntos de usuários ou responsabilidades.
- Localizações indicam onde pessoas e ativos estão; categorias classificam tickets por natureza ou serviço.
Como aplicar na prática
- Use entidade somente quando houver necessidade real de isolamento ou delegação.
- Represente filiais como localizações quando não precisarem de separação administrativa.
- Crie grupos conforme responsabilidade de atendimento.
- Use categorias para assunto e encaminhamento, não para imitar organograma.
- Teste visibilidade e herança com perfis reais.
Erros que enfraquecem o resultado
- Criar uma entidade para cada departamento por hábito.
- Usar localização para controlar permissão.
- Duplicar toda a árvore de categorias sem necessidade.
Perguntas frequentes
Filial sempre deve ser subentidade?
Não. Se não houver necessidade de isolamento, localização costuma ser mais simples.
Grupo pode receber tickets?
Sim, quando o perfil, a entidade e a configuração permitirem atribuição ao grupo técnico.
Como a Norvora pode ajudar
A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.
Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.