Organize equipamentos, responsáveis, localização, relações e histórico sem transformar inventário em uma lista abandonada.
Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.
O que precisa estar claro
- O GLPI oferece tipos de ativos como computadores, monitores, impressoras, rede, periféricos, telefones, racks e outros.
- Ativos podem ser associados a usuários, grupos, localizações, contratos, documentos e objetos de assistência conforme o tipo.
- A qualidade depende de identificação estável e responsabilidade de atualização.
Como aplicar na prática
- Defina quais classes de ativo entram no primeiro ciclo.
- Padronize nome, número de inventário, serial e status.
- Atribua usuário, grupo responsável e localização quando aplicável.
- Relacione o ativo aos tickets para formar histórico útil.
- Realize auditorias amostrais e trate divergências.
Erros que enfraquecem o resultado
- Importar todos os campos disponíveis sem dono.
- Usar o nome do usuário como identificação do equipamento.
- Confundir descoberta técnica com confirmação patrimonial.
Perguntas frequentes
Inventário e gestão de ativos são iguais?
Não. Inventário coleta ou registra dados; gestão de ativos usa essas informações ao longo do ciclo de vida e das decisões.
Todo item precisa estar no GLPI?
Inclua o que possui valor operacional, financeiro, de segurança ou de rastreabilidade para a organização.
Como a Norvora pode ajudar
A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.
Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.