Perfis e permissões no GLPI: princípio do menor acesso

Conceda a cada pessoa apenas os direitos necessários para seu papel e contexto de atuação.

Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.

O que precisa estar claro

  • Acesso no GLPI depende de perfil e entidade, além de regras específicas de visibilidade.
  • Solicitante, técnico e gestor não precisam compartilhar o mesmo conjunto de direitos.
  • Contas administrativas devem ser limitadas, protegidas e usadas somente para administração.

Como aplicar na prática

  1. Liste papéis reais antes de editar perfis.
  2. Use perfis separados para solicitante, operador e gestão.
  3. Teste com contas de homologação em cada entidade.
  4. Revise usuários inativos e privilégios elevados.
  5. Registre quem aprova mudanças de acesso.

Erros que enfraquecem o resultado

  • Dar acesso de superadministrador para resolver qualquer problema.
  • Compartilhar conta entre técnicos.
  • Alterar perfil padrão sem testar efeitos em todos os usuários.

Perguntas frequentes

Grupo substitui perfil?

Não. Grupo organiza pessoas e responsabilidades; perfil concede direitos em um contexto de entidade.

Técnico precisa ser administrador?

Não. Ele precisa dos direitos necessários ao atendimento, não de acesso irrestrito à configuração.

Como a Norvora pode ajudar

A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.

Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.

Referências oficiais