Pesquisa de satisfação no Service Desk: o que medir

Use a percepção do usuário para encontrar problemas de comunicação e qualidade, não apenas para produzir uma nota.

Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.

O que precisa estar claro

  • A satisfação precisa ser interpretada junto com contexto, tipo de serviço e qualidade da solução.
  • Uma nota alta não corrige registros incompletos, e uma nota baixa precisa de análise antes de atribuir culpa.
  • No GLPI, pesquisas e notificações dependem da configuração e do fluxo adotado.

Como aplicar na prática

  1. Mantenha a pesquisa curta.
  2. Explique o que está sendo avaliado.
  3. Leia comentários e não somente a média.
  4. Crie retorno para avaliações críticas.
  5. Compare tendência por serviço sem expor injustamente pessoas com pouca amostra.

Erros que enfraquecem o resultado

  • Forçar resposta apenas para melhorar taxa.
  • Usar satisfação como ranking isolado de técnicos.
  • Ignorar comentários porque a média geral parece boa.

Perguntas frequentes

Qual é uma boa taxa de resposta?

Não há valor universal; acompanhe tendência, representatividade e possíveis vieses do público que responde.

Toda nota baixa exige reabrir o ticket?

Não automaticamente. Primeiro entenda se existe falha ainda ativa, insatisfação com o processo ou outro motivo.

Como a Norvora pode ajudar

A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.

Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.

Referências oficiais