Acompanhamento público e privado no GLPI

Saiba quando comunicar o solicitante e quando registrar uma nota interna no histórico do atendimento.

Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.

O que precisa estar claro

  • Acompanhamentos compõem a linha do tempo do ticket e podem ter visibilidade pública ou privada conforme permissões.
  • O acompanhamento público serve para atualizar, solicitar dados ou orientar o solicitante.
  • O privado é adequado a coordenação interna, hipóteses de diagnóstico e dados que não devem ser enviados ao usuário.

Como aplicar na prática

  1. Escolha a visibilidade antes de salvar.
  2. Escreva mensagens públicas com contexto, ação realizada e próximo passo.
  3. Evite dados pessoais, credenciais e segredos em qualquer registro.
  4. Use nota privada apenas quando houver motivo legítimo.
  5. Revise notificações e perfis para confirmar quem recebe cada atualização.

Erros que enfraquecem o resultado

  • Registrar solução técnica apenas em comentário privado.
  • Enviar ao usuário uma conversa interna fora de contexto.
  • Usar notas privadas para esconder falta de andamento.

Perguntas frequentes

O solicitante vê todo acompanhamento?

Não necessariamente; isso depende da visibilidade do registro e das permissões.

Posso colocar senha em acompanhamento privado?

Não. Senhas e segredos não devem ser registrados no ticket.

Como a Norvora pode ajudar

A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.

Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.

Referências oficiais