Modelos de chamados no GLPI: padronização sem engessar

Use modelos para tornar o registro mais consistente e reduzir campos irrelevantes em cenários recorrentes.

Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.

O que precisa estar claro

  • Modelos de ticket podem definir campos predefinidos, obrigatórios ou ocultos, conforme o contexto e a configuração.
  • Categorias podem ser associadas a modelos para orientar a abertura e o tratamento.
  • Modelos e formulários têm usos complementares: o formulário estrutura a coleta; o modelo controla o objeto criado.

Como aplicar na prática

  1. Escolha um cenário repetitivo e com dados previsíveis.
  2. Defina quais campos devem vir preenchidos.
  3. Torne obrigatório apenas o que será realmente usado.
  4. Oculte campos que confundem o público daquele fluxo.
  5. Teste como solicitante e como técnico antes de liberar.

Erros que enfraquecem o resultado

  • Criar um modelo para cada exceção.
  • Preencher prioridade fixa sem avaliar impacto e urgência.
  • Tornar campos obrigatórios que o usuário não consegue responder.

Perguntas frequentes

Modelo substitui formulário?

Não. Eles podem trabalhar juntos e atendem camadas diferentes do processo.

Posso usar modelos somente para técnicos?

A aplicação depende do perfil, da categoria e do fluxo configurado no ambiente.

Como a Norvora pode ajudar

A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.

Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.

Referências oficiais