Use modelos para tornar o registro mais consistente e reduzir campos irrelevantes em cenários recorrentes.
Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.
O que precisa estar claro
- Modelos de ticket podem definir campos predefinidos, obrigatórios ou ocultos, conforme o contexto e a configuração.
- Categorias podem ser associadas a modelos para orientar a abertura e o tratamento.
- Modelos e formulários têm usos complementares: o formulário estrutura a coleta; o modelo controla o objeto criado.
Como aplicar na prática
- Escolha um cenário repetitivo e com dados previsíveis.
- Defina quais campos devem vir preenchidos.
- Torne obrigatório apenas o que será realmente usado.
- Oculte campos que confundem o público daquele fluxo.
- Teste como solicitante e como técnico antes de liberar.
Erros que enfraquecem o resultado
- Criar um modelo para cada exceção.
- Preencher prioridade fixa sem avaliar impacto e urgência.
- Tornar campos obrigatórios que o usuário não consegue responder.
Perguntas frequentes
Modelo substitui formulário?
Não. Eles podem trabalhar juntos e atendem camadas diferentes do processo.
Posso usar modelos somente para técnicos?
A aplicação depende do perfil, da categoria e do fluxo configurado no ambiente.
Como a Norvora pode ajudar
A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.
Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.