Veja como transformar pedidos recorrentes em opções claras para quem solicita e para quem atende.
Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.
O que precisa estar claro
- Um catálogo descreve o que pode ser solicitado, por quem, quais dados são necessários e qual equipe atende.
- No GLPI 11, formulários podem ser apresentados no catálogo do portal conforme acesso e configuração.
- A linguagem deve refletir a necessidade do usuário, não a estrutura interna da equipe técnica.
Como aplicar na prática
- Liste os vinte pedidos mais frequentes e agrupe duplicidades.
- Escolha nomes orientados a ação, como Solicitar acesso ou Informar falha na impressora.
- Peça somente dados necessários para decidir e executar.
- Defina destino, categoria e responsáveis.
- Teste com usuários reais antes de ampliar o catálogo.
Erros que enfraquecem o resultado
- Transformar cada variação em um serviço diferente.
- Usar siglas internas que o solicitante não conhece.
- Publicar formulários sem responsável ou fluxo de retorno.
Perguntas frequentes
Catálogo e categoria são a mesma coisa?
Não. O catálogo organiza a experiência de solicitação; a categoria classifica o ticket e pode apoiar regras e relatórios.
É preciso publicar tudo de uma vez?
Não. Comece pelos serviços mais frequentes e amplie conforme o uso.
Como a Norvora pode ajudar
A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.
Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.