Categorias úteis melhoram triagem e relatórios; categorias demais apenas transferem a confusão para o usuário.
Na prática, o resultado depende menos de ativar muitos recursos e mais de combinar configuração, responsabilidade e uma rotina que a equipe consiga manter. Os pontos abaixo ajudam a aplicar o tema sem transformar o GLPI em um conjunto de telas desconectadas.
O que precisa estar claro
- Categorias podem ser organizadas em árvore e configuradas para incidentes, requisições ou ambos.
- Elas podem ser associadas a modelos e participar do encaminhamento, conforme a configuração da entidade e das regras.
- A categoria deve ser estável o suficiente para análise histórica e simples o suficiente para ser escolhida corretamente.
Como aplicar na prática
- Separe área, assunto e serviço antes de desenhar a árvore.
- Evite mais de dois ou três níveis sem necessidade comprovada.
- Inclua descrições ou exemplos para nomes parecidos.
- Teste visibilidade no portal e na interface do técnico.
- Revise itens Outros e Sem categoria para descobrir lacunas.
Erros que enfraquecem o resultado
- Usar nomes de equipes no lugar do assunto.
- Duplicar a mesma categoria em vários ramos sem motivo.
- Excluir categorias usadas historicamente sem avaliar impacto.
Perguntas frequentes
Categoria deve definir o grupo?
Pode participar do encaminhamento, mas a regra deve ser testada e documentada.
Posso começar com uma categoria Outros?
Sim, desde que ela seja monitorada e não vire o destino permanente da maior parte dos tickets.
Como a Norvora pode ajudar
A Norvora Desk apoia a implantação e a operação do GLPI com escopo definido, configuração verificável, documentação e evolução por etapas. Antes de propor automações ou estruturas mais complexas, avaliamos o que a equipe realmente precisa sustentar no dia a dia.
Quer organizar esse processo no seu ambiente? Fale com a Norvora para avaliar o cenário e definir um primeiro ciclo de implantação.